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Olá amigos!

Acreditamos que há uma outra história da humanidade a ser contada. A maioria dos posts baseiam-se nos estudos dos meus autores preferidos.

Cito alguns: Zacharia Sitchin, J. J. Benitez, Robert Bauval, Graham Hancock, Erich Von Daniken, entre outros.

Com o desaparecimento da biblioteca de Alexandria uma grande parte da nossa história foi perdida, mas com a descoberta da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, parte dela foi recuperada para nos trazer um pouco mais de luz sobre a historia da humanidade. Mais info aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Ninive

Wanderley Xavier

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Nazistas na Amazônia: Verdade ou Mito?


É fato notório que Adolf Hitler, o ditador nazista e líder também de uma poderosa sociedade secreta, tinha um grande interesse por civilizações perdidas, assim como por outros enigmas do nosso mais remoto passado. 

Para tanto suas expedições que justamente visavam não somente a estabelecer as suas bases de operações mais remotas. O Brasil não deixou de ser visitado de 1935 a 1937 pelas suas "expedições exploratórias", conforme pode ser visto na antiga notícia acima, dando conta de uma "expedição científica ao Jari" - um afluente do Rio Amazonas.

Essas expedições ao Amazonas buscavam, o que as velhas lendas e tradições chamam de cidades perdidas. Veja a imagem: 

Contudo, o objetivo mesmo era preparar o terreno para uma base secreta de operações em plena Amazônia brasileira, onde, por sinal, não poderia haver melhor e mais discreta localização. Sabe-se que cerca de dois mil soldados nazistas foram secretamente enviados ao Brasil e que nenhum deles retornou à Alemanha! Nessa foto da época, os vemos em plena atividade cruzando um dos rios da Amazônia.

Aqui, uma prova de que eles realmente estiveram no Brasil! Índios da Amazônia guardam o túmulo de Joseph Greiner, em cuja cruz sobressai a insígnia nazista da suástica - o símbolo maior do Terceiro Reich e cujas inscrições dizem:


 Joseph Greiner morreu aqui, em 02 de janeiro de 1936, vitimado por febre, a serviço das pesquisas germânicas. Expedição alemã na Amazônia ao Jari, 1935/1937"

Mas quem foi realmente Joseph Greiner? Na verdade, não um cientista, porém um membro da SS que tinha a missão de explorar a região fronteiriça,  a Guiana Francesa e colonizá-la para o Terceiro Reich. A tal "expedição científica" que teoricamente visava a "coletar espécies da fauna e da flora", expediu um relatório dirigido a Himmler, o líder da SS em Berlim, o qual tacitamente afirmava:

 “Aqui é oferecido um espaço suficiente para imigração e o estabelecimento dos povos nórdicos. Para a mais avançada raça, oferece infinitas possibilidades de exploração".

Expedições Nazistas pelo Mundo

Antartica


Tibet

Egito

Protótipo de um OVNI nazista

segunda-feira, 21 de maio de 2012

OVNI Enterrado na Mongólia.

OVNI enterrado na Mongólia.
  Ali deixado há muitos milhares de anos por uma avançada civilização 
do nosso desconhecido e  obscuro passado.

Construções Lunares

Base alienígena no lado oculto da Lua.
Construção lunar
Construções lunares


sexta-feira, 18 de maio de 2012

Teria Hitler fundado uma colônia secreta no coração da selva Amazônica?



No início do ano de 1984, um assassinato muito estranho mobilizou toda a polícia da cidade do Rio de Janeiro, tendo inclusive repercussão internacional. Karl Albert Brugger, jornalista alemão, recentemente chegado ao Brasil, passeava pela movimentada Praia de Ipanema, quando, em plena luz do dia, um estranho "assaltante" - que por sinal nada roubou - aproximando-se dele, tirou-lhe a vida mediante o certeiro disparo de uma potente arma de fogo em uma região vital. Em suma: um "trabalho" de extrema precisão, digno de um assassino profissional!

Até hoje sem solução, o estranho caso tinha, todavia, um enorme mistério que dizia respeito à busca que aquele jornalista alemão fazia, com relação a um documento secreto que fora descoberto nos arquivos secretos da inteligência nazista dando conta que no distante ano de 1945 - em plena Segunda Guerra Mundial - Hitler despachara para o Brasil um submarino equipado com aviões anfíbios e tropas de elite da SS, precisamente em direção às densas e impenetráveis florestas da Amazônia!

Esses documentos continham inclusive um filme, que mostrava a montagem de uma base alemã ultrassecreta nas selvas brasileiras! Porém, o que motivara a vinda do jornalista ao Brasil, foi o estranho episódio ocorrido em 1971, quando o comandante Ferdinand Schimdt, veterano piloto comercial da Swissair e outros membros uniformizados da sua tripulação, foram abordados nas ruas de Manaus  por um curioso "mendigo" que lhes pedira ajuda.... falando fluentemente o alemão!

Naturalmente surpresos e extasiados com tal mendigo  os tripulantes da Swissair entabularam uma longa conversa com ele e obtiveram sensacionais revelações: dizendo-se membro da tribo dos índios brasileiros Ugha Mogulala (até então desconhecida), revelou ser mestiço de soldado alemão e mãe indígena! Soltando ainda mais a língua, o surrealista "mendigo" disse que seu povo recebera de 1939 a 1941 cerca de dois mil soldados nazistas, os quais levavam consigo sofisticada aparelhagem, tendo se instalado em pleno coração daquelas densas selvas!
Retornando à Alemanha, o comandante Schmidt procurou aquele jornalista e relatou esse estranho fato, o que o levou a procurar mais pistas e vir ao Brasil onde enfim encontrou o tal "mendigo". Brugger, então, quase não acreditou naquilo que ouviu daquela estranha personagem: a existência de TRÊS CIDADES PERDIDAS NAS SELVAS AMAZÔNICAS, as quais inclusive tinham nomes: AKAHIM, AKAKOR e AKANIS!

E mais: que na primeira delas, AKAHIM, era objeto de adoração da sua tribo um objeto milenar que fora entregue aos antigos sacerdotes pelos DEUSES VINDOS DO CÉU e que, segundo as mais antigas tradições, "começaria a cantar no momento em que aqueles deuses estivessem prestes a retornar à Terra"!

Brugger talvez tenha falado demais e a revelação desse encontro, bem como os antecedentes do caso representados pelos tais documentos secretos do nazismo, acirraram uma intensa disputa por parte de jornalistas, pesquisadores e alguns aventureiros, que logo trataram de se embrenhar nas selvas amazônicas para descobrir as tais cidades perdidas. Porém, os estranhos "acidentes", as mortes misteriosas e os ferozes ataques de índios desconhecidos, fizeram muitas vítimas fatais e impediram totalmente o acesso à hostil região em que presumidamente elas se situariam.

A revista brasileira VEJA, contudo, através de um sensacional furo de reportagem, foi a primeira a sobrevoar aquela inacessível área, situada no Alto Rio Negro, e até mesmo filmou e fotografou diversas pirâmides, obviamente frutos de uma civilização desconhecida, encobertas pelas espessas e milenares florestas!

Já em 1979, Brugger retorna ao Brasil e, concorrendo até com o escritor Erich Von Däniken, organiza uma expedição visando a atingir aquela região misteriosa. Mais uma vez os "acidentes" e outras misteriosas "circunstâncias" frustraram aquelas tentativas. Não se dando por vencido, o jornalista retorna à Alemanha e começou a se aprofundar no bizarro interesse nazista pelas tais cidades perdidas e, mediante certos fatos inéditos que conseguira, começou a trabalhar nos originais de um "livro-bomba" que conteria sensacionais revelações, precisamente sobre esse particular.

Tendo talvez violado certas "portas proibidas", mesmo decorridas muitas décadas do aparente fim do nazismo, naquela que seria a última viagem da sua vida, Brugger volta então mais uma vez ao Brasil para se encontrar com um colega de profissão que também trabalhava nessas pesquisas, encontrando tão-somente a morte de forma misteriosa nas belas calçadas da Praia de Ipanema, sem que houvesse qualquer testemunha de tão estranho e inusitado "assalto" - se é que foi mesmo assalto.

CURIOSIDADES NAZISTAS DIVULGADAS NA WEB:

Hitler e os altos oficiais do nazismo, mantinham estreitos contatos com uns tais "Superiores Desconhecidos", os quais inclusive lhes entregaram o domínio de uma tecnologia inteiramente fora da sua época: aviões supersônicos; foguetes; mísseis (V1 e V2); barreiras eletrônicas de proteção que desviavam as bombas aliadas; e até mesmo um  ultra avançado veículo voador que chegou a voar em manobras de testes - em outras palavras a réplica de um OVNI!

E se hoje as nossas grandes potências possuem tais tecnologias, copiaram-nas exatamente dos projetos do Terceiro Reich! Os cientistas alemães foram disputados a tapas pelo vencedores da 2ª Guerra Mundial e agora quando desfrutamos da tecnologia espacial, atingindo outros corpos celestes, devemos de certa forma isso a eles - que trabalharam inclusive na NASA e na Agencia espacial russa.
Por outro lado, sabe-se que nem sequer a terça parte dos altos oficiais nazistas foi encontrada após o término da 2ª Guerra Mundial.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Livro alemão revela INTENÇÃO NAZISTA de estabelecer colônia na Amazônia.

Segundo o livro Das Guayana-Projekt (O Projeto Guiana, na tradução livre) expedições de cientistas alemães Amazônia entre 1935 e 1937 levaram à idéia de criar uma “área nazista” na região.

Livro conta a história de expedição nazista à região.jpg

O autor Jens Glüsing, correspondente da revista alemã Der Spiegel no Brasil, cita planos nazistas para invadir o Suriname e a Guiana Francesa com tropas que desembarcariam na Amazônia brasileira. 

A área seria “perfeita para ser colonizada pela raça nórdica ariana”, disse o autor da idéia, o alemão Otto Schulz-Kampfhenkel, em uma carta ao então todo-poderoso general nazista Heinrich Himmler. 

Foto do livro
Nazistas fizeram expedição à Amazônia.
Influência

“Se trata de um dos capítulos mais estranhos da era nazista”, diz Glüsing, que para seu livro fez pesquisas na Alemanha e no Brasil. 

A obra foi publicada na Alemanha este ano e está tendo bastante repercussão depois que a revista Der Spiegel pôs trechos do livro em seu portal de história na internet, einestages.de, nesta semana. 
 
Segundo o autor, o plano não foi adiante porque os nazistas tinham outros projetos mais importantes a realizar e a Guiana Francesa estava sob o comando do regime de Vichy, na França, que era uma marionete dos nazistas. 

Submarinos alemães usaram a Guiana Francesa como base para atacar navios que trafegavam na região, diz Glüsing.

Os nazistas chegaram a se interessar pelo plano mirabolante, já que segundo Schulz-Kampfhenkel “uma base no norte da América do Sul diminuiria a influência dos Estados Unidos na região”.

O diretor do Parque Nacional Montanhas do Tumucumaque, o alemão Christoph Jaster, organizou uma expedição três anos atrás para localizar pistas das expedições nazistas.

Em seu livro, Jens Glüsing diz que “tudo que ele encontrou foi o túmulo de um colega de Schulz-Kampfhenkel.” A cruz de madeira no meio da floresta ilustra a capa do livro.

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Reintrodução ao Passado - PARTE 1 (Do livro Aliens ou Anjos?)


“Interroga as gerações passadas e considera a experiência dos antepassados.”   Livro de Jó 8:8;

Que os crentes de todas as religiões nos perdoem a nossa interpretação dos seus textos, nunca pretendemos chocar quem quer que seja; aliás, nós não interpretamos, apenas retraduzimos com os sentidos diferentes contidos nas palavras originais, sentidos que não foram utilizados até agora, a não ser por alguns poucos que conhecemos. 

Mas seria preciso um exército de beneditinos  que trabalhassem depressa, para reler tudo o que a humanidade publicou desde que descobriu a escrita (ou o desenho simbólico), anotar, traduzir, classificar cronologicamente todas as informações que os homens quiseram fixar e transmitir sobre o que eles obser­varam no céu do seu planeta. Encontrar-se-ão, portanto neste capí­tulo. 

Relatos muito sucintos, apontando uma data, um lugar e alguns textos condensados; encontrar-se-ão também excertos de livros cujos autores fizeram certas descobertas com competência. Citamos como exemplo o intrigante caso do Himalaia, o teto do mundo, onde teriam pousado as primeiras naves cósmicas. 

Aos leitores interessados pelo período pré-histórico recomendamos vivamente a leitura do notável artigo de síntese de Aimé Michel, “Paleolithic UFO-Shapes”, vindo a lume em Flying Saucer Review, Nov/Dez. 1969, voI. 15, pp. 3 a 11 (profusamente ilustrado), fundado principalmente na obra do Prof. André Leroi-Gourhan, Préhistoire de  L'art occidental, Paris, Lucien Mazenod, 1965. 

Naves espaciais no Himalaia é o título do primeiro capítulo de um artigo, escrito por Viatcheslav Zaitsev para a revista soviética Nauka i Religiia (Ciência e Religião), artigo republicado em francês pelo informativo mensal Spoutnik n° 1, Junho de 1967, pp. 106 a 123. Comecemos pela apresentação do autor. 

Viatcheslav Zaitsev é licenciado em Filosofia, especialista em literatura iugoslava; exercia as funções de primeiro-assistente de investigação no Instituto de Literatura da Academia de Ciências da antiga União Soviética. Ao ler os relatórios dos trabalhos de Alexandre Tsiolkowski e Nicolas Rinine, concebeu a idéia de que o nosso pla­neta se encontra desde tempos imemoriais, num circuito de con­tatos intergalácticos. Durante trinta anos reuniu documentos que apoiam a sua teoria. Em 1959 publicou duas obras: “Reminiscências Cósmicas nas Inscrições de Monumentos Antigos” e “A Evolução do Universo e a Razão”.

Onde admite a hipótese segundo a qual a Terra teria sido visitada várias vezes por representantes de diferentes civilizações. Cita nomeadamente, no seu artigo a revista alemã Das vegetarische Universum”, que em 1965 publicou uma informação a propósito da descoberta de um arqueólogo chinês. E diz o seguinte:
   
Na fronteira da China com o Tibete, encontra-se uma região mon­tanhosa rica em cavernas chamada Baian-Kara-Ula. Lá faz já um quarto de século que os arqueólogos vêm descobrindo nesta região estranhos discos de pedra cobertos de sinais incompreensíveis, desenhos e hieróglifos. Lá muitos milênios, com o auxílio de instrumentos de trabalho desconhecidos, os habitantes das cavernas conseguiram talhar a rocha para fazerem estes discos, de que se descobriram até hoje 716 exemplares. Todos estes discos, à maneira dos discos fonográficos, apresentam um orifício central donde parte um duplo sulco em forma de espiral que vai acabar na borda exterior. É claro que não se trata de um registro sonoro, mas de uma forma de escrita, a mais estranha que alguma vez se descobriu na China ou mesmo no mundo inteiro.

A solução do mistério revelou-se a tal ponto assombrosa que a Academia da Pré-História de Pequim começou por recusar ao seu autor, o Prof. Tsum-Um-Nui, a autorização para fazer uma comunicação escrita sobre os resultados. Quando, finalmente, esta autorização lhe foi concedida, o arqueólogo chinês, de colabo­ração com quatro colegas, publicou os seus trabalhos sob o título “Inscrições Espiralóides” narrando a chegada de naves espaciais que, segundo o texto gravado nos .discos, teria tido lugar há doze mil anos. Viatcheslav Zaitsev reforça:
 
“As cavernas de alta montanha de Baian-Kara-Ula vivem as tribos Dropa  e Ram. Os membros destas tribos são de estatura muito pequena e franzinos de corpo. A sua altura é de cerca de um metro e trinta. Até ao presente, os sábios não conseguiram ligá-los a nenhum grupo étnico pre­ciso. As informações respeitantes a estas tribos são, aliás, muito escassas. Depois de terem decifrado as inscrições gravadas nos discos, Tsum­-Um-Nui e os seus colegas descobriram no texto alusões às tribos Dropa e Ram: homens, mulheres e crianças se esconderam nas suas cavernas, mas por fim compreenderam os sinais e viram que daquela vez os Dropa tinham vindo com intenções pacíficas. Não se encontram de fato, outras inscrições da tribo dos Ram nas quais se exprima o pesar pela perda das naves aéreas pertencentes à sua própria tribo, perda que sobreveio em consequência de uma pane q eu os obrigou aterrissarem em montanhas inacessíveis, pesar também por não terem conseguido construir novas naves. A fim de obter informações complementares sobre os discos, fez-se uma recolha de pequenos fragmentos, que foram enviados á investigadores em Moscou para análise. Esta permitiu fazer uma descoberta espantosa. Os discos continham uma proporção muito considerável de cobalto e de outro metal. Outras experiências puseram em evidência um ritmo de vibração como se os discos tivessem sido carregados ou tivessem feito outrora parte de um circuito eléctrico”. Continua...


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