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Olá amigos!

Acreditamos que há uma outra história da humanidade a ser contada. A maioria dos posts baseiam-se nos estudos dos meus autores preferidos.

Cito alguns: Zacharia Sitchin, J. J. Benitez, Robert Bauval, Graham Hancock, Erich Von Daniken, entre outros.

Com o desaparecimento da biblioteca de Alexandria uma grande parte da nossa história foi perdida, mas com a descoberta da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, parte dela foi recuperada para nos trazer um pouco mais de luz sobre a historia da humanidade. Mais info aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Ninive

Wanderley Xavier

sábado, 6 de agosto de 2011

NASA descobre nuvem de vapor com enorme quantidade de água no espaço.


 

A NASA diz ter descoberto a maior quantidade de água que se pode imaginar até agora. Ela está em uma espécie de buraco negro junto de uma nuvem de vapor, que contém cerca de 140 trilhões de vezes a quantidade de água que há na Terra.
Como o buraco negro está ativo, este vasto “lago espacial” continua aumentando com o choque de átomos de hidrogênio e oxigênio, formando cada vez mais água e vapor. De acordo com a Agência Espacial dos Estados Unidos, esta nuvem está há 12 bilhões de anos luz da Terra. Coisa que, segundo a ciência, faz com que os pesquisadores observem um fenômeno que ocorreu há cerca de 12 bilhões de anos atrás.

Novamente, vem à conclusão de que a água foi uma das primeiras e mais importantes substâncias a serem formadas no universo.

Já nas “proximidades” da Terra, falando em escala espacial, já se sabe que existe água em Marte, em uma das luas do planeta Saturno (a Enceladus) e na Lua.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

ARTEFATOS QUE NÃO SE ENCAIXAM NA TEORIA ANTROPOLÓGICA ORTODOXA


(dados extraídos do livro Forbidden Archeology (Arqueologia Proibida), lançado em português em edição condensada sob o nome de História Secreta da Raça Humana)

SINO EM PEDRA DE CARVÃO

Em 1944, um menino de 10 anos, Newton Anderson deixou cair um pedaço de carvão no seu porão, que rachou e revelou um sino no seu interior. O carvão bituminoso que fora extraído de uma mina próxima a sua casa em Upshur, West Virginia, supõe-se que seja de 300 milhões de anos. O que um sino de latão com um pino de ferro estava fazendo num pedaço de carvão do período carbonífero? De acordo com o livro de Norm Sharbaugh “Amunition”, o sino é um artefato pré-diluviano.








MARTELO DO PERÍODO CRETÁCEO?


Em Junho de 1934, membros da família Hahn descobriram esta rocha com um pedaço de madeira saindo ela. Eles cuidadosamente a cinzelaram e para a surpresa deles apareceu a cabeça de um martelo. Este artefato foi achado no Texas nas proximidades de uma queda d’água em Red Creek. Este artefato agora faz parte do Museu Evidências da Criação. O braço do martelo é de madeira fossilizado e sua cabeça é feita de um ferro raro com uma mistura de Chlorine. Seria esta uma ferramenta pré-diluviana? Mais um artefato que não se enquadra nos esquemas da antropologia moderna. Permanece o enigma.

Pegadas Humanas Fossilizadas de Milhares de Anos

Várias pegadas humanas tem sido achadas ao longo dos anos. No Novo México foi achada a pegada abaixo numa rocha do período permiano.


Abaixo vemos a “pegada de Meister”, (pegada calçada) achada em Utah dentro de um bloco rochoso. Sob a sola se encontra o fóssil de um trilobita. Estrato rochoso do período triássico.


OUTROS ENIGMAS...

O Mecanismo de Antikythera: Um Computador Astronômico?


Sem dúvida, um dos mais espantosos e intrigantes artefatos do mundo antigo, o mecanismo de Antikythera (nome de uma ilha grega). Seria esta uma máquina construída por Arquimedes, mencionada por *Cícero? Onde estão os manuscritos perdidos de Arquimedes para nos esclarecer sobre o espantoso conecimento tecnológico do passado? Este mecanismo simula os movimentos dos astros do nosso sistema solar, isto através do manuseio de uma manivela que acionava varias rodas dentadas sobrepostas.


Foi achado em 1900 por um grupo de pescadores próximo á costa da ilha de Antikythera, no mar Egeu, nos restos de um navio grego a 70 metros de profundidade, um objeto de bronze composto de pelo menos 32 engrenagens, de diversos tamanhos, nove escalas móveis e três eixos. Trata-se o aparelho de um equipamento astronômico, um simulador dos movimentos planetários. O que chama a atenção não é só a engenhosidade do objeto, mas o conhecimento astronômico de quem o inventou. Idade: I a.C. *Cícero, na obra Disputas de Tusculano, livro I, seção XXV)

Pilar de Ferro que não Enferruja (Índia)

Na cidade de Delhi (India) se encontra este antiqüíssimo pilar de ferro puro, que, misteriosamente, não se oxida, nem sob as torrenciais chuvas de monção. Sua origem é desconhecida, assim com sua liga de metal.

A Enigmática Tumba Maia


Em 1949 o arqueólogo Alberto Ruz de L’Huiller descobriu, num templo da cidade maia de Palenque no México, uma tumba onde estava sepultado uma múmia de estatura bem maior do que a média dos homens do povo maia.

A tumba estava coberta por uma lousa com uma gravação em relevo, representando um personagem manipulando os controles de uma aeronave similar a um foguete.

Neste desenho, todo em linhas finas e colorido para ressaltar os detalhes da arte em relevo original, se pode ver a curiosa posição do personagem manipulando os “controles da nave”; há até vestígio de fogo na sua parte inferior.

Voltaremos a enumerar mais fatos insólitos em próximos posts.

By W.X.

Sonda revela detalhes surpreendentes do asteroide Vesta

Asteroide formado há mais de 4,5 bilhões de anos está localizado entre os planetas Marte e Júpiter e é repleto de crateras e canais

Imagem mais completa do gigante asteroide Vesta, obtida no dia 24 de julho de 2011 pela sonda Dawn
  Imagem mais completa do gigante asteroide Vesta, obtida no dia 24 de julho de 2011 pela sonda Dawn (Divulgação/NASA/JPL-Caltech/UCLA/MPS/DLR/IDA)
 
A sonda Dawn está revelando detalhes surpreendentes do asteroide Vesta, o mais brilhante do cinturão localizado entre os planetas Marte e Júpiter. De acordo com a agência espacial americana (Nasa), a última imagem, completa, mostra um terreno muito diversificado. O hemisfério norte é repleto de crateras, a região sul exibe um terreno muito mais regular - apesar de exibir uma cratera gigante -, e a zona equatorial possui canais e depressões.

Depois de viajar por cerca de quatro anos e percorrer 2,8 bilhões de quilômetros, a sonda Dawn foi capturada pela gravidade do asteroide Vesta e entrou em sua órbita no dia 15 de julho. Mais de quinhentas imagens foram feitas pela sonda desde então. Os últimos dados coletados exibem muitos detalhes porque a sonda estava a apenas 5.200 quilômetros do asteroide, seguindo o plano da missão: chegar cada vez mais perto de sua superfície e dar início às observações científicas. 

"Agora que estamos em órbita de um dos últimos mundos inexplorados no interior do Sistema Solar, podemos ver que é um lugar único e fascinante”, diz Marc Rayman, engenheiro-chefe de Dawn e responsável pela missão no Nasa’s Jet Propulsion Laboratory em Pasadena, Califórnia (EUA). "As últimas imagens fornecem muitas justificativas para nossas expectativas, mostrando uma variedade de processos que uma vez ocorreram na superfície de Vesta", diz Chris Russell, principal pesquisador da missão pela Universidade da Califórnia em Los Angeles, nos EUA.

O asteroide Vesta tem uma área equivalente ao dobro do estado da Califórnia. Cientistas acreditam que ele surgiu a partir de um amontoado de gases e poeira que restaram após a formação do Sol, há mais de 4,5 bilhões de anos, contendo materiais radioativos. O calor adicional teria feito o asteroide derreter, formando um núcleo de ferro e uma crosta externa de lava, o que poderia explicar muitas das características observadas nas primeiras imagens coletadas. 

A sonda Dawn vai passar cerca de um ano em torno do Vesta, entrando e saindo de órbita graças a um sistema inovador de propulsão. Em vez de foguetes impulsionados por reações químicas, seus motores trabalham com ejeção de íons (partículas eletricamente carregadas) do gás xenônio. A força do gás expelido faz a sonda se mover de forma significativa no espaço. 

Depois de estudar o Vesta, a Dawn segue em 2012 para o planeta-anão Ceres, o maior corpo do cinturão de asteroides. A comparação dos dados coletados dos dois corpos gigantes poderá ajudar pesquisadores na compreensão de como planetas e outros corpos foram formados em nosso sistema planetário.

(Com Agência Reuters)

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