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Acreditamos que há uma outra história da humanidade a ser contada. A maioria dos posts baseiam-se nos estudos dos meus autores preferidos.

Cito alguns: Zacharia Sitchin, J. J. Benitez, Robert Bauval, Graham Hancock, Erich Von Daniken, entre outros.

Com o desaparecimento da biblioteca de Alexandria uma grande parte da nossa história foi perdida, mas com a descoberta da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, parte dela foi recuperada para nos trazer um pouco mais de luz sobre a historia da humanidade. Mais info aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Ninive

Wanderley Xavier

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

O ÂMBAR É RESINA FÓSSIL DE ÁRVORES QUE EXISTIRAM HÁ MILHÕES DE ANOS


Organismos excepcionalmente fossilizados em âmbar têm sido encontrados por todo o mundo. Flores, musgo, caracóis, lagartos, penas de pássaro, pêlo de mamíferos, insetos e até micróbios dentro dos seus intestinos [*1] são alguns dos seres vivos que podemos encontrar em âmbar. Os fósseis de âmbar são datados como tendo milhões de anos mas isto não se deve a uma “datação” directa. A idade que lhes é atribuída depende da camada estratigráfica onde são encontrados, bem como dos fósseis de idade [*2] contidos nela.

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 Havia muita incerteza e discussão acerca da forma como o âmbar fossilizado é formado. A teoria mais aceite era de que a resina exsudada pelas árvores solidificava na casca da árvore, os organismos ficavam presos na superfície da resina e, subsequentemente, enclausurados pelos sucessivos fluxos.

Mas havia um problema com esta teoria… ela não explicava como os milhões de organismos aquáticos – como os crustáceos, percevejos de água, escaravelho aquático, ostras, moluscos, algas e bactérias – ficaram presos no âmbar. Como é que criaturas que vivem no mar ficaram presas em seiva das árvores? Solução à vista...

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Cientistas do Museu de História Natural de Berlim e da Universidade da Flórida acreditam ter a resposta para o sucedido. Após serrarem cascas de árvores de um pântano da Flórida, eles observaram que a resina que saía da árvore e que fluía para dentro de água apanhou os pequenos crustáceos, carrapatos e bactérias e fungos aquaticos que se encontravam no caminho. A sua investigação mostrou como “os insetos aquáticos podem ficar encurralados na resina sem deixar o seu ambiente aquático“.
Estes cientistas sugeriram que o cenário para a preservação dos fósseis em âmbar requerem uma inundação. Nas suas próprias palavras, uma vez estando os insetos presos no âmbar:

The pond then dries out in the summer, and a flood brings sediment to cover the forest floor, so the resin piece becomes well conserved [later turning into amber]” – (O lago seca no verão e uma inundação traz sedimentos que cobrem a superfície da floresta e a resina fica bem conservada [tornando-se mais tarde em âmbar])

A investigação foi publicada na PNAS.

CONCLUSÃO
A catástrofe diluviana teria multiplicado os efeitos da experiência destes cientistas. Por exemplo, as árvores arrancadas do solo e a baterem violentamente contra outros corpos que tivessem a ser levados pela água perderiam as suas cascas e soltariam grandes quantidades de resina para água, aprisionando os animais que se encontrassem no caminho.


NOTA: Todos os insectos fossilizados em âmbar são iguais às formas de vida que estão hoje connosco. Não mostram evolução e surgem abruptamente no registo fóssil. Interessante de um ponto de vista criacionista, não? (Ver exemplo: A pequena formiga que resistiu a 15 milhões de anos de Evolução).

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