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Olá amigos!

Acreditamos que há uma outra história da humanidade a ser contada. A maioria dos posts baseiam-se nos estudos dos meus autores preferidos.

Cito alguns: Zacharia Sitchin, J. J. Benitez, Robert Bauval, Graham Hancock, Erich Von Daniken, entre outros.

Com o desaparecimento da biblioteca de Alexandria uma grande parte da nossa história foi perdida, mas com a descoberta da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, parte dela foi recuperada para nos trazer um pouco mais de luz sobre a historia da humanidade. Mais info aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Ninive

Wanderley Xavier

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

NATAL E SUAS ORIGENS


“A concepção do natal é um primor de imaginação.”
(Charles Guinebert – Professor de História da Sorbonne - Paris).

Os mitos do passado se revestem de nova roupagem e são apresentados como algo original. Neste contexto a astroteologia dos povos antigos têm grande influência no pensamento religioso que tomaria lugar séculos mais tarde, principalmente no que se refere ao mito solar.

Na Europa e na Ásia o inverno rigoroso parece extinguir a vida, os campos morrem sob a neve, mas nos últimos dias do inverno, quando a constelação de virgem começa a aparecer no céu, a Terra começa fazer o giro de retorno, entre os dias 23 e 25 de Dezembro, é o solstício de inverno, quando o sol começa a dar o ar de sua graça.

É o nascimento do sol, depois de um longo e tenebroso inverno. Assim como os primeiros raios do sol aparecem e são recebidos com esperança, pois faz ressuscitar a flora, reanima a fauna e traz a promessa de novas colheitas, da mesma forma é o nascimento do Messias, que é visto como a divindade solar encarnada. 

Analogia entre o sol e os Messias, semi-deuses e deuses solares do mundo antigo:

O sol nasce no hemisfério norte; nasce sob a constelação de virgem.
O filho de Deus nasce de uma virgem.

O sol depois do inverno traz a esperança de renovação da vida.
O filho de Deus traz esperança de vida aos que o recebem.

O sol é acompanhado pelos 12 meses e  pelos doze signos astrológicos.
O filho de Deus é acompanhado pelos 12 apóstolos.

Todos os aspectos do mito solar invadem a biografia do Messias judeu e transferem o seu nascimento do plano histórico para o mítico. 

Elementos questionáveis do nascimento de Jesus:

I – A idéia de Nascimento virginal – Este aspecto esteve ligado ao nascimento de muitos semi-deuses da antiguidade.

II - A gruta ou estábulo onde Maria teria dado á luz.

III – Anjos cantando nos ares.

IV – A anunciação aos pastores.

V – O dia e o mês – Os pastores estavam apascentando as ovelhas, portanto não era o mês de dezembro, já que neste mês não se apascentam ovelhas na Palestina, é inverno. 25 de dezembro era a data de nascimento de todos os deuses solares da antiguidade.

VI – A presença dos três reis magos – Só o livro de Mateus traz este registro. Os estudiosos do tema concordam que se estes lá estiveram, eram persas e provavelmente adeptos da religião de Zoroastro, cujo deus era Mitra (divindade solar), e como seguidores deste profeta estavam na verdade em busca do menino que seria a reencarnação deste.

VII – A estrela de Belém – Seria uma objeto voador, segundo os ufólogos, ou uma conjunção astrológica, segundo dizem os astrólogos.

VIII – O genocídio patrocinado por Herodes, o grande: é certo que este fato não ocorreu, já que o maior historiador judeu (Flávio Josefo), que viveu próximo desta data nada mencionou sobre o fato.

A celebração do solstício de inverno, festa antiga dos germanos e celtas, foi na Europa antiga comemorada como a festa do nascimento da luz. No mundo frio e escuro uma chama acendia-se e iria crescer até se tornar o sol que dá a vida a tudo. Por isso os romanos comemoravam o solstício de inverno como o nascimento do invencível sol – Solis Invictus – e os egípcios celebravam naquele mesmo dia o nascimento do menino solar Hórus. Em geral o nascimento do menino solar ocorria numa gruta – símbolo da escuridão da matéria.

Assim como o sol vai aparecendo sutilmente no céu nebuloso do inverno, o menino que encarnava o mistério do sol, assim chamado de menino solar, era criado em segredo até se tornar um herói solar. No dia 21 de março – solstício de primavera – ele se manifesta visível para todos, é o Sol do ano novo. Nos meses da primavera ele vence o seu inimigo, as trevas, e finalmente, em 21 de junho o deus Sol chega ao apogeu do seu reino.

Uma vez que o seu inimigo foi vencido ele poderá fecundar a Mãe Terra e fazer de novo brotar a vida. O mito solar, a idéia do Sol como deus, é uma expressão de fé na força que impulsiona a vida no planeta, pois nada no nosso sistema planetário representa com tanta fidelidade a concepção que temos de uma Suprema Divindade, mantenedora e renovadora da vida na Terra.


Foi tentando adaptar-se para melhor absorver os fiéis do mundo não-cristão que a igreja ocidental promoveu a mudança do natal de 6 de janeiro para o dia 25 de dezembro, o que foi amplamente reprovado pelas igrejas da Síria e da Armênia, data que só se tornou oficial no ano de 527 d.C., é bom lembrar que tanto o natal como a páscoa tem origem ligada aos astros, o primeiro ao sol e o segundo a lua.


Dupuis, Origines de Tous Les Cultes – Paris, 1794.

Couchoud, Le Mystere de Jesus – Paris, 1924.

Arthur Drews, O Mito de Jesus, Carlshue – Alemanha, 1911.

Robert Graves, The World’s Sixteen Crucified Saviors.

J. A. Finlay  The Rock of Truth.

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