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Olá amigos!

Acreditamos que há uma outra história da humanidade a ser contada. A maioria dos posts baseiam-se nos estudos dos meus autores preferidos.

Cito alguns: Zacharia Sitchin, J. J. Benitez, Robert Bauval, Graham Hancock, Erich Von Daniken, entre outros.

Com o desaparecimento da biblioteca de Alexandria uma grande parte da nossa história foi perdida, mas com a descoberta da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, parte dela foi recuperada para nos trazer um pouco mais de luz sobre a historia da humanidade. Mais info aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Ninive

Wanderley Xavier

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Naves da Era dos Brâmanes (Índia) - PARTE I


Livro milenar hindu que mostra projetos de diversos veículos voadores de um passado perdido no tempo e na história.

Os livros sagrados hindus esses falam de cruzes gamadas planando e iluminando o céu. O Livro dos Mortos egípcio, fala de círculos luminosos. Vejamos, pois destes dois lados o que podemos aprender.  Foi  mais ou menos a partir da época em que Hosarsiph­, o Moisés bíblico estudava no templo de Madian, cerca de 1480 a. C., época do Livro de Enoch, o Livro das Guerras de Yahweh, o Livro dos Jubileus, o Livro das Gerações de Adão, que os sábios da índia começaram a redigir os seus livros históricos. 

Os mais conhecidos são: o Ramayana (ou a história de Ram), o Maha Bharata, Drona Parva, o Samarangana Sutradhara, o Ghatotrachabadma, o Rasernava, o Kiratarjuniya, o Karna Parva. É no Maha Bharata que se encontra a narração da Guerra dos Deuses, a cujo paralelismo com as Guerras de Yahweh chama a atenção. Nele se fala de discos destruidores, armados para a guerra de um poder extraordinário: 

“Pela voz do espírito, Narayana convocou Danava, o disco destruidor. Logo que evocado pela voz do espírito, Danava surgiu do céu. Ele possuía armas como trombas de elefantes, despedindo clarões de fogo pavorosos e capazes de destruir cidades inimigas. E este disco, lançando fogos destruidores que caíam por todos os lados, destruiu os Daityas aos milhares.” 

Somos realmente obrigados a reconhecer aqui um disco voa­dor, pois o objeto está perfeitamente identificado no texto. É provavelmente chamado por rádio e armado de uma espécie de superlaser, um  raio da morte. Mas temos ainda à nossa dis­posição textos mais precisos, o Ramayana, por exemplo: 

Os vimânas (máquinas voadoras) tinham a forma de uma esfera e navegavam pelos ares pelo efeito do râsa (mercúrio) que suscitava um grande vento propulsor. Os homens instalados nos vimânas podiam assim percorrer grandes distâncias num tempo maravilhosamente curto. Os vimânas conduziam-se à vontade do piloto, voando de baixo para cima, de cima para baixo, para diante ou para trás, segundo a disposição do motor e a sua inclinação.”

Também O Samarangana Sutradhara contém uma descrição dos vimânas e das suas diversas utilizações, entre as quais o seu uso para fins militares. Segundo este manura, estes engenhos podiam decolar e aterrar verticalmente, para diante e para trás, e ficar imobilizados no ar. Eram construídos em chapas de ferro bem juntas e lisas e andavam tão depressa que quase não se avistavam da terra; quando voavam, tinham um brilho intenso e emitiam um ruído; a sua autonomia de voo era muito grande. 

Este mesmo texto assinala também que os vimâ­nas podiam atingir rápida e facilmente Suryamandala e  Nahsa­tramandala, quer dizer, as regiões solares, ou ainda todos os plane­tas do sistema solar  e ainda os outros sistemas solares da nossa galáxia. O texto precisa mesmo que, gra­ças aos discos voadores, “os homens da Terra podiam subir muito alto nos Céus e os Homens dos Céus podiam descer a Terra”. Não podemos afir­mar que as narrações da mitologia hindu são simples mitos roídos pela traça. Continua...

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