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Olá amigos!

Acreditamos que há uma outra história da humanidade a ser contada. A maioria dos posts baseiam-se nos estudos dos meus autores preferidos.

Cito alguns: Zacharia Sitchin, J. J. Benitez, Robert Bauval, Graham Hancock, Erich Von Daniken, entre outros.

Com o desaparecimento da biblioteca de Alexandria uma grande parte da nossa história foi perdida, mas com a descoberta da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, parte dela foi recuperada para nos trazer um pouco mais de luz sobre a historia da humanidade. Mais info aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Ninive

Wanderley Xavier

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Lenda Indígena Curiosa – Mistérios de Bep-Kororoti PARTE I

Do oriente ao ocidente, encontramos as mesmas "histórias" reveladoras de objetos voadores desconhecidos, "divindades" descidas do céu, que tinham por missão fornecer novos conhecimentos, constituindo-se as bases para um desenvolvimento mais rápido. Em 1952, pela primeira vez se conseguia contato com os índios Caiapós, habitantes das regiões amazônicas do Brasil. 


João Américo Peret, famoso indianista, obteve às margens do rio Fresco, no estado do Pará, a narração de um mito fantástico. Segundo narra a mitologia Caiapó, há gerações e gerações, vindo da serra proibida de "Pukatoti", apareceu na aldeia pela primeira vez, "Bep-Kororoti", trajando "Bô", que o cobria dos pés a cabeça. Trazia também "Kob" – a "barbuna trovejante".


Os que ali o viram, correram para a selva apavorados, protegendo as mulheres e crianças, enquanto alguns mais corajosos davam combate ao invasor. Mas as armas Caiapós arremessadas mostravam-se fracas e o intruso, para demonstrar seu poder, de vez em quando apontava sua "barduna trovejante" em direção de uma árvore ou pedra, destruindo-as totalmente. Após este incidente os índios acostumaram-se `a presença do estranho, que passou já a usar um "macacão" mais justo e tinha o corpo parcialmente exposto. Sua beleza, brancura e simpatia foram aos poucos fascinando e atraindo a todos, e tornaram-se amigos.


"Bep-Kororoti" foi um autêntico mestre, ensinando a construção de uma "Ng-Óbi", casa onde os homens se reuniam diariamente para relatarem as façanhas do dia. Os mais jovens aprendiam como agir e se comportar nos momentos difíceis.

Também lá eram desenvolvidos os trabalhos de aperfeiçoamento de caça, sempre orientado pelo forasteiro. Quando os jovens mais rebeldes deixavam de cumprir suas obrigações, "Bep-Kororoti" vestia novamente "Bô", e saia a procura dos rapazes, fazendo-os correr para a escola. Quando a caça tornava-se difícil, o forasteiro, valendo de sua "barbuna trovejante" abatia
os animais.

Este mito conta ainda, que "Bep-Kororoti", após um longo  período de convivência com os Caiapós, certo dia vestiu "Bô", seu  traje replandescente, subiu até o alto de uma "serra" e, de repente,  num estrondo violento que teria abalado a região, subiu para o céu,  envolto em nuvens flamejantes, fumaça e trovões, deixando calcinado o  local de sua partida.

Segundo nos conta Peret, é em memória deste mestre cósmico que os Caiapós vestem, em suas festas, máscaras e roupas de palha, que ele denominam "Bô", feitas sob o modêlo utilizado no passado remoto por "Bep-Kororoti". Torna-se empolgante o fato de tais vestes serem muito semelhantes, em forma, aos nossos modernos trajes espaciais.

Lendas da Oceânia apresentam os "grandes feiticeiros vindos do céu", que depois de uma curta estada, foram embora, voando em  seus "navios coloridos", prometendo voltar. A tribo dos Pendas, que  vive nas regiões meridionais do Congo, fala do deus Maweses, que  ensinou aos homens o plantio do painço, do milho, e das palmeiras.  Depois teria voltado ao céu. 



OUTROS MITOS PELO MUNDO
Lenda da Terra do Sol Nascente

No Japão encontramos o povo Aino. Nos conta sua mitologia que uma divindade denominada Okikurumi-kamui, em passado remoto, aterrizou num local chamado Haiapira, trazendo a sabedoria, os conhecimentos da agricultura e o culto do sol. Depois de terminada sua missão, partiu para sua casa no céu, viajando em seu "shita" (berço) dourado. Os índios Haida, habitantes das ilhas rainha Carlota (columbias britânicas), guardam por sua vez, lembrança de "grandes sábios descidos das estrelas sobre pratos de fogo". 


Lenda da Tasmânia

Os aborígines da Tasmânia falam de seu "homem do ovo", que trouxe ensinamentos ao povo. É notável a pluralidade desses "ovos" descidos do  céu, em vários mitos encontram-se mencionados. Lenda relacionada à mais misteriosa civilização africana, a de Ifê, revela-nos que os seres humanos erravam pela terra, sem saber o que fazer. Depois de um período bastante longo, olorum veio do céu e instalou-se na terra juntamente com outros deuses. 


Lenda dos Toltecas – México

Quetzacoalt,  deus dos Toltecas, trouxe com ele do céu o calendário, as artes e as  leis morais. Depois partiu e consumiu-se nas chamas do "fogo divino",  recebendo a denominação "nahuatl" (a estrela  que faz fumaça). Lógico? Gucumatz, divindade venerada entre os Quichuas, como o maia Kulkulcan, também vieiram das estrelas e para elas voltou depois de trazer a civilização. 

Estas lendas que acabamos de citar formam em seu conjunto uma  pequena amostragem do número vasto existente. É evidente a qualquer  pessoa com o mínimo de imparcialidade, a existência do componente  ufológico como agente inspirador das mesmas.

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