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Olá amigos!

Acreditamos que há uma outra história da humanidade a ser contada. A maioria dos posts baseiam-se nos estudos dos meus autores preferidos.

Cito alguns: Zacharia Sitchin, J. J. Benitez, Robert Bauval, Graham Hancock, Erich Von Daniken, entre outros.

Com o desaparecimento da biblioteca de Alexandria uma grande parte da nossa história foi perdida, mas com a descoberta da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, parte dela foi recuperada para nos trazer um pouco mais de luz sobre a historia da humanidade. Mais info aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Ninive

VXCarmo

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Um Passado de Sombras



         
Durante muito tempo os historiadores nos fizeram crer que Roma e Grécia foram os verdadeiros berços do conhecimento e da cultura antiga. Que o limite do real processo civilizatório estava restrito a essas duas únicas coordenadas geográficas e temporais. Mas vale relembrar que Roma somente conquistou sua realização como cultura e civilização no início da era cristã e os gregos, alguns séculos antes, na idade clássica. Depois do surgimento da egiptologia, graças a campanha de Napoleão no Egito e a descoberta da Pedra de Roseta em 1799, cuja decifração por Champollion tornou possível a compreensão da escrita hieroglífica e demótica dos egípcios, sem a qual seria impossível a extraordinária revelação da cultura egípcia ao mundo. Os egípcios parecem ter sido o povo que mais gostava de escrever entre todos, pelo menos é o que demonstram as fachadas de seus templos e monumentos. 

Se alguém quisesse transcrever as inscrições do templo de Edfu, por exemplo, e trabalhasse de dia e de noite, levaria uns vinte anos e não terminaria sua tarefa. A descoberta desta fabulosa cultura provocou uma verdadeira revolução nas teorias já estabelecidas sobre o passado da humanidade.

Outra descoberta contribuiu ainda mais para derrubar  de forma definitiva a falsa visão que a arqueologia fazia do passado.  De 1843 á 1849, pouco á pouco as fantásticas culturas mesopotâmicas foram sendo reveladas. 

Os sumérios, povo mais antigo da região que se situa entre os rios Tigre e Eufrates, atual Iraque, há aproximadamente 8 mil anos já desfrutavam  de um conhecimento totalmente impensado para a época. Possuíam uma religião sólida que inspirou templos, torres e sacerdócio; uma astronomia e astrologia de dar inveja a qualquer outro povo; palácios requintados, rede de canalização de água potável e de irrigação.

Contavam com um sistema legal com códigos de leis abrangentes, juízes e advogados. Nas artes não deixaram por menos, se dedicavam a pintura, música e também a dança.  Tinham escolas onde ensinavam de tudo, inclusive medicina, química, matemática e astronomia. Entre todas as suas conquistas também se encontrava a escrita. As placas de barro igualmente revelaram alguns modelos de documentos usados por eles, tais como: contratos, arquivos reais, documentos históricos, dicionários de outras línguas e obras literárias. Como podemos ver, as milhares de placas de barro encontradas em Nínive nos revelaram uma sociedade tão organizada quanto a nossa, cuja esplendorosa história estava há milhares de anos enterradas na areia. Para saber quais homens contribuíram para estas fantásticas conquistas, não deixe de ler as notas arqueológicas no final deste estudo.

Mais Surpresas

A ortodoxia histórica e arqueológica vem sendo reiteradamente perturbada por revelações intrigantes. Construções fantásticas, objetos tecnológicos, calendários que revelam conhecimentos astronômicos incomum, metalurgia avançada etc. Muitas surpresas chocantes vieram á luz a cerca da pré-história: os arqueólogos descobriram que, há mais de 5 mil anos, tribos supostamente ignorantes da Europa ocidental construíram imensos arranjos de pedras que funcionavam como gigantescos calendários, marcando com grande precisão eventos celestiais como os solstícios de inverno. Mas o gênio humano começara a se revelar milhares de anos antes da era dos megálitos europeus usados para medir o tempo.

Uma série de pinturas  em cavernas na França e na Espanha revelaram que os antepassados dos homens modernos, há 17 mil anos eram muito mais evoluídos do que pensávamos. Descobertas revolucionarias não são sempre bem vindas no meio cientifico. A resistência ou negação pura e simples constituem reações comuns, até bastante compreensíveis, uma vez que carreiras inteiras podem acabar diante de uma nova descoberta que contraria teses solidamente estabelecidas. Há uma tendência entre os novos historiadores do nosso tempo de  acreditar que há um fundo de verdade em todas as lendas antigas. O estudo do passado tem se mostrado pródigo em mistérios, inclusive a própria natureza do progresso humano é um quebra-cabeça insolúvel.

Mamutes Congelados na Sibéria

 Na Sibéria, ao longo do rio Lena, jazem os ossos e presas de milhares de mamutes e mastodontes enterrados. O consenso dos   cientistas é que se trata de remanescentes pré-históricos e que o mamute existiu há cerca de 20.000 anos, mas foi extinto numa  catástrofe, que agora chamamos de era glacial. 

Foi Schumachoff, um pescador que vivia em Tangoose, na Sibéria, quem em 1799 descobriu um mamute completo congelado, destruindo o bloco de gelo, removeu suas presas e deixou a carcaça, cuja carne fresca pode ser devorada pelo lobos. Hoje seu esqueleto pode ser visto no museu de História Natural de Leningrado. No estomago daquele mamute foi encontrado alimento não digerido, consistindo de brotos de pinheiros, samambaias e outras plantas tropicais. Como um animal ártico podia ter alimento de uma região tropical em seu estomago

Não Faltam Perguntas

Por qual motivo os Maias depois de terem provocado uma explosão de desenvolvimento que resultou numa cultura de tamanha magnificência, abandonaram abruptamente cidades inteiras  centenas de anos antes da chegada dos europeus.

 Há outras indagações sobre o passado que carecem de respostas. Em 1885, por exemplo, em um bloco de carvão numa fundição na Áustria, não muito longe da cidade de Salzburgo, foi achado um objeto de metal do tamanho de uma laranja, pesando pouco menos de um quilo. Seu formato era toscamente cúbico, com os dois lados levemente abaulados. O físico Karl Gurls concluiu que esse objeto, feito de uma liga de aço e níquel, foi fabricado por algum tipo de máquina. O carvão, no qual o objeto estava encerrado datava do período terciário, o que significava que sua idade   poderia ser de 1,6 milhões  de anos.

Outro objeto descoberto também se mostra enigmático, refiro-me á um geodo de meio milhão de anos encontrado em 1961, em uma região montanhosa da Califórnia por Mike Mikesell. Este pesquisador, cortou o objeto ao meio com uma serra de diamante. Dentro, ele encontrou um cilindro de três quartos de polegada, feito de um material semelhante á porcelana, revestido por quartzo com aspecto de ágata. Por mais estranho que pareça, uma haste de metal projetava-se para fora do cilindro. 

O objeto foi enviado para a Organização Internacional de Fortean, em Arlington, na Virginia, EUA, especializado na análise de objetos tecnológicos. Um raio x demonstrou que a haste de metal estava presa á extremidade do cilindro, juntamente com anéis de cobre. Em suma, a peça contida dentro de uma pedra de 500 mil anos, apresentava uma estranha semelhança com  uma vela de ignição moderna.

Esta descoberta fortalece a hipótese de que, nos confins do tempo, o povo que vivia naquela região alcançara um nível de tecnologia que equivaleria ou ultrapassaria o do século XX. Em 1968, arqueólogos soviéticos encontraram uma antiga fundição perto da atual vila de Medzamor, Armênia, nas proximidades do monte Ararat. Ali, há mais de 4.500 anos, trabalhadores usavam duzentas fornalhas para fundir minérios e obter cobre, chumbo, zinco, ferro, ouro, estanho e mais 14 ligas diferentes. Sua produção incluía tintas metálicas, armas  e jóias. Lá foi encontrado também um objeto estranhamente moderno: um par de pinças de aço.

De um túmulo na China surgiu um anacronismo ainda mais curioso, uma fivela de alumínio retirada do cinto do General Chiou Chu, da dinastia Chin, morto em 316 A.C. A análise desse peculiar ornamento revelou que ele era composto de alumínio, misturado com um pouco de cobre  e manganês. 

O  refino do alumínio é uma tarefa bem difícil, o processo complexo para se obtê-lo  exige o aquecimento do óxido de alumínio extraído da bauxita até a temperatura de 970 graus Celsius e depois, a substância liquefeita deve ser submetida a uma corrente elétrica. Não sabemos qual foi a técnica utilizada pelos chineses.

Objetos ornamentais encontrados na Babilônia e Egito,  são tão delicados que parecem galvanizados. Em seu livro “Os Mundos Anteriores ao Nosso”, Brad Steiger afirma que a técnica para se obter a eletricidade já era conhecida por muitas civilizações  antigas e esse conhecimento era mantido em segredo  nas mãos de uma elite. Mas de onde teria vindo o conhecimento dos nossos antepassados?  

A teoria sobre uma antiga e extraordinária civilização que teria sido a mãe de todas têm sido alimentada por enigmáticas referências. A lenda do continente perdido que seduziu milhares de pesquisadores do passado ao longo dos séculos tem origem nos escritos de Platão, nos seus diálogos: Timeu e Crítias.

A Atlântida de Platão que sucumbiu sob as águas do oceano atlântico, seduziu até mesmo um erudito do porte do Sir Francis Bacon, filósofo do século XVII, ao qual se atribui o mérito de ter criado as bases do método cientifico, que considerava inteiramente plausível esta teoria. Em 1864, Brasseur encontrou em um dos códices  Maias a menção á uma catástrofe que destruiu o continente de Mu, da mesma forma descrita por Platão.

 Um outro aficionado do tema, James Churchward autor do livro “O Continente de Mu”, encontrou num manuscrito hindu antigo, também uma referência a este continente, muito pensam porém, que esta seria uma prova da existência de um outro  continente, sobre o qual a fundadora da Sociedade Teosófica, Helena Petrovna Blavatsky, tanto falou em seus escritos, a Lemúria.

Seres Humanos Gigantes

No início da década de 50, Clifford Burdick, um escritor popular americano, que ficou muito conhecido por discordar do modelo evolutivo criado por Darwin, assegurou ter examinado diversos fósseis humanos de tamanhos anormais. Entre 1938 e 1950, um arqueólogo amador do Texas, Jim Ryals, descobriu conjuntos de marcas em sedimentos ao longo do rio Paluxi, no sudoeste de Dallas. 

As pegadas mais impressionantes mediam 40x20 centímetros. Os defensores da tese da existência dos gigantes citam outras descobertas de fósseis. Citam, por exemplo, os enormes esqueletos achados em túmulos europeus. Hector Boece,  encontrou um esqueleto de 4,20 metros e outros ossos com quase 10 metros, na Espanha e no sul da Itália.

O Que Dizem As Lendas

Nas mais diversas culturas da antiguidade lemos sobre máquinas voadoras, levitação e seres espaciais, por isso  muitos pesquisadores dos mistérios do passado não têm dúvidas...astronautas vindos do espaço auxiliaram na evolução tecnológica do homem. Entre eles, destacam-se Erich Von Daniken – autor do livro “Eram os Deuses Astronautas” – e Robert Charroux – autor de diversos títulos sobre o tema – até a sua morte em 1978, defendeu a mesma teoria.

A Bíblia  com suas descrições de anjos subindo e descendo em nuvens, de um profeta sendo levado por uma carruagem de fogo e a do próprio Jesus no monte da transfiguração sendo ocultado numa nuvem luminosa, reforça a idéia. Em muitas cavernas pelo mundo alguns desenhos apontam para seres do espaço. Escritos antigos, como os Vedas indianos, falam das Vimanas, máquinas voadoras que se moviam na terra, na água e no ar. 

Não há como esgotar o tema nestas poucas páginas e nem em muitas milhares que ainda serão escritas, mas a minha intenção é proporcionar aos leitores interessados uma visão panorâmica sobre tão nebuloso tema.        


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Nuvens, Carruagens ou Discos Voadores? Parte I




Nuvens???

"Então desceu o Senhor para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;"  Gn  11:5;

"Então o Senhor desceu: na nuvem, e lhe falou;"  Nm  11:25;

“O Senhor, porém desceu para ver a cidade e a torre que os filhos de Adão edificavam  [...]” (Gn 11:5; ).

“Descerei e verei se as suas obras correspondem ao clamor que chegou até mim ou se assim não é para o saber” (Gn 18:20,21;).

“O Senhor ia diante deles, de dia numa coluna de nuvem, para guiá-los pelo caminho  e de noite numa coluna de fogo, para os alumiar, a fim de que caminhassem de dia e de noite”. Êxodo 13:21;

“Enquanto Arão falava a toda a congregação dos filhos de Israel, eles se viraram para o deserto e lá estava a glória do Senhor na nuvem”. Êxodo  16:10;

“Eu virei a ti numa nuvem espessa, para que o povo ouça quando eu falar contigo e para que também sempre creiam em ti. Ao amanhecer do terceiro dia houve trovões e relâmpagos e uma espessa nuvem sobre o monte e um sonido de buzina muito forte de maneira que todo o povo que estava no arraial estremeceu. Nisso todo o monte Sinai fumegava, porque o Senhor descera sobre ele em fogo; e a fumaça subiu como a fumaça de uma fornalha, e todo o monte tremia fortemente. E, crescendo o sonido da buzina cada vez mais, Moisés falava, e Deus lhe respondia por uma voz. E, tendo o Senhor descido sobre o monte Sinai, sobre o cume do monte, chamou a Moisés ao cume do monte; e Moisés subiu.” Êx 19:9,16,18-20;

“O povo permaneceu em pé de longe, enquanto Moisés se chegou ás densas trevas, onde Deus estava”. Êxodo 20:21;

“Tendo Moisés subido, a nuvem cobriu o monte. E a glória do Senhor repousou sobre o monte Sinai. A  nuvem o cobriu por seis dias e ao sétimo dia chamou Deus a Moisés do meio da nuvem. Então Moisés entrou na nuvem, depois que subiu ao monte, e lá permaneceu quarenta dias e quarenta noites. Êxodo 24:15,16,18;

 “O Senhor desceu numa nuvem e pondo-se ali junto a ele proclamou o nome do Senhor.  Passando o Senhor perante Moisés.”  Êxodo 34:5-6


“No dia em que o tabernáculo foi levantado, a nuvem cobriu o tabernáculo...desde a tarde até a manhã a nuvem estava sobre o tabernáculo com uma aparência de fogo...mas sempre que a nuvem se erguia sobre a tenda, os filhos de Israel partiam; no lugar onde a nuvem parava, ali os filhos de Israel se acampavam”. Nm 9:15;

 “Então o Senhor desceu na nuvem e lhe falou...” Números 11:25:

No Livro do Apocalipse

Vede, ele vem com as nuvens e todo olho o verá.” Ap 1:7;
Ao que vencer [...] também lhe darei a estrela da manhã”. Ap 2:26,28;  

Nota: Estrela da manhã =  planeta Vênus. 

"Depois destas coisas, olhei, e eis que estava uma porta aberta no céu, e a primeira voz que ouvira, voz como de trombeta, falando comigo, disse: Sobe aqui, e mostrar-te-ei as coisas que depois destas devem acontecer." Ap  4:1;

 "Imediatamente fui arrebatado em espírito, e eis que um trono estava posto no céu, e um assentado sobre o trono;" Ap  4:2;

"E vi outro anjo forte que descia do céu, vestido de uma nuvem; por cima da sua cabeça estava o arco-íris; o seu rosto era como o sol, e os seus pés como colunas de fogo, Ap 10:1;"
 
"E ouviram uma grande voz do céu, que lhes dizia: Subi para cá. E subiram ao céu em uma nuvem; e os seus inimigos os viram." Ap  11:12;

 
Carruagens de Deus

 “As carruagens de Deus são vinte mil, com seus milhares de anjos: o Senhor está no meio deles, como no Sinai...” Salmo 68:17;

Nota: Nesta passagem temos uma velada referência à presença de aeronaves na experiência ou no imaginário do autor deste texto bíblico. E há outros. Temos aí uma base para acreditarmos que uma carruagem  destas aterrissou no monte Sinai.

Rolo Voador
“Outra vez levantei os olhos e olhei e vi um rolo voador. E ele disse para mim, o que vês? E eu respondi, eu vejo um rolo voador”. Zacarias 1: 1,2;

Extraído do Livro Aliens ou Anjos? By W.X.

 VISUALIZE:
http://pt.scribd.com/doc/81383098/1-Aliens-ou-Anjos-Divulgacao

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Teorias sobre a Origem do Nome "Brasil".



Mapa da América do Sul. Diego Gutiérrez 1554.
A origem do nome do país deu lugar a nada menos que onze hipóteses diferentes, que o filólogo brasileiro Adelino José da Silva Azevedo resumiu em uma só num livro publicado em 1967. Nele o autor prova que se trata de uma  de procedência celta, embora suas origens mais remotas possam ser rastreadas até os fenícios, que mantiveram um intenso comércio de um colorante vermelho, que se extraía de um mineral cujos principais fornecedores eram os celtas, povo mineiro que explorava jazidas da Ibéria até a Irlanda. 

Mapa antiguo del Paraguay, Brasil & Argentina (1766)

Os gregos sucederam aos fenícios no comércio deste produto, a que chamavam ‘kinnabar’, e que passou ao latim como ‘cinnabar’, ao português como cinábrio e ao espanhol como ‘cinabrio’. Uma das características das línguas celtas é a inversão de partículas; assim, a ‘kinnabar’ chamaram ‘barkino’, que daria lugar ao espanhol ‘barcino’, adjetivo que se aplica a certos animais de pele avermelhada e que, com variantes, passou a designar a cor vermelha em várias línguas de influência celta.

Na Idade Média, os artesãos começaram a usar um colorante vermelho extraído da madeira, que na Toscana se chamou ‘verzino’; em Veneza, ‘berzi’ e em Gênova, ‘brazi’, nome que logo designou também a madeira de onde se extraía a substância, conhecida na Espanha como ‘palo Brasil’ ou em Portugal como “pau-brasil”.

Na época dos descobrimentos, os portugueses guardavam cuidadosamente o segredo de tudo o que achavam e conquistavam, a fim de explorá-lo vantajosamente. Mas não tardou a correr na Europa que haviam descoberto uma certa ‘ilha Brazil’, de onde extraiam o pau-brasil. 

Imagem digitalizada de livro contendo mapa antigo de Guillaume Delisle sobre a América Meridional. Disponível em Old Maps Online, da coleção de David Rumsey.


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