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Olá amigos!

Acreditamos que há uma outra história da humanidade a ser contada. A maioria dos posts baseiam-se nos estudos dos meus autores preferidos.

Cito alguns: Zacharia Sitchin, J. J. Benitez, Robert Bauval, Graham Hancock, Erich Von Daniken, entre outros.

Com o desaparecimento da biblioteca de Alexandria uma grande parte da nossa história foi perdida, mas com a descoberta da biblioteca do rei assírio Assurbanipal, parte dela foi recuperada para nos trazer um pouco mais de luz sobre a historia da humanidade. Mais info aqui: http://pt.wikipedia.org/wiki/Biblioteca_de_Ninive

VXCarmo

quinta-feira, 11 de junho de 2009



É para mim um grande prazer e uma honra apresentar esta versão condensada de Arqueologia proibida. Permitam-me dizer, desde logo, que acredito que este livro é um marco dentre as realizações intelectuais do fim do século XX. Os estudiosos mais conservadores vão demorar um pouco mais, provavelmente muitos anos, para aceitar as revelações que ele contém. Contudo, Michael Cremo e Richard Thompson deixaram suas revelações à mostra e agora o relógio não pode voltar atrás. Mais cedo ou mais tarde, gostemos disso ou não, nossa espécie terá de se ajustar aos fatos documentados de maneira tão impressionante nas páginas que se seguem, e esses fatos são espantosos.

A tese central de Cremo e Thompson é que, infelizmente, o modelo da pré-história humana, cuidadosamente elaborado por estudiosos nos últimos dois séculos, está completamente errado. Além disso, os autores não estão propondo que esse modelo seja corrigido com pequenos ajustes e retoques. É preciso que o modelo existente seja jogado pela janela e que recomecemos com a mente aberta, sem quaisquer posições preconcebidas.

Esta é uma posição próxima da minha; com efeito, constitui a base de meus livros Digitais dos Deuses e O Mistério de Marte. Neles, porém, meu foco se deteve exclusivamente nos últimos vinte mil anos e na possibilidade de que uma civilização global avançada possa ter florescido há mais de doze mil anos, tendo sido eliminada e esquecida no grande cataclismo que pôs fim à última Era Glacial.

Em A história Secreta da Raça Humana, Cremo e Thompson vão muito além, recuando o horizonte de nossa amnésia não apenas doze ou vinte mil anos, mas milhões de anos no passado, mostrando que quase tudo que nos ensinaram sobre as origens e a evolução de nossa espécie se apóia na frágil base da opinião acadêmica e em uma amostra altamente seletiva de resultados de pesquisas. Posteriormente, os dois autores revêem os fatos apresentando todos os outros resultados de pesquisas que foram retirados dos registros nos dois últimos séculos, não porque havia neles algo de errado ou falso, mas apenas porque não se encaixavam na opinião acadêmica da época.

Dentre as descobertas anômalas e deslocadas relatadas por Cremo e Thompson neste livro, estão evidências convincentes de que seres humanos anatomicamente modernos podem ter estado presentes na Terra não apenas há cem mil anos ou menos (a visão ortodoxa), mas há milhões de anos, e que objetos metálicos de desenho avançado podem ter sido usados em períodos igualmente antigos. Além disso, embora já tenham sido feitas declarações sensacionais sobre artefatos fora de lugar, antes elas nunca receberam o apoio de documentação tão cabal e plenamente convincente como a que apresentam Cremo e Thompson.

Em última análise, é a meticulosa erudição dos autores e o peso acumulado dos fatos apresentados aqui que nos convence. O livro está, creio, em harmonia com o atual humor do público como um todo, que não aceita mais, sem questionar, os pronunciamentos das autoridades estabelecidas, e está disposto a ouvir, com a mente aberta, os "hereges" que apresentarem suas causas de maneira razoável e racional.
Nunca antes a hipótese de reavaliação completa da história da humanidade foi defendida com maior veemência do que a que se apresenta nestas páginas.

Graham Hancock
Devon, Inglaterra
Janeiro de 1998

(Aos interessandos arquivo disponível em pdf)

quarta-feira, 20 de maio de 2009

O ENIGMA DAS PLACAS SUMERIANAS








Por todo o planeta, você encontra aquelas lendas sobre "deuses" que vieram do espaço e se uniram as mulheres dos homens sexualmente para criar uma geração de descendentes seus na Terra. O Velho Testamento da Bíblia, por exemplo, fala sobre os "Filhos de Deus" (Gn 6:1-4;) que pegaram mulheres humanas para gerar uma raça híbrida, chamada de Nefilim. Antes que fosse traduzido para qualquer idioma, no hebraico original, aquela passagem diz, "os filhos dos deuses – bene ha elohim". Mas as passagens bíblicas são apenas algumas das muitas que descrevem o mesmo tema.

As placas de barro sumérias, achadas no local que nós chamamos agora de Iraque, na metade do século 19, contam uma história semelhante. Elas faziam parte da biblioteca do rei assírio Assurbanipal em Nínive (884-859 a.C.), mas estima-se que estas placas reproduzem uma história que ocorreu há milhares de anos. As placas falam de uma raça de "deuses" de outro mundo – Nibiru – que trouxeram conhecimentos avançados para o planeta e tiveram relações com as humanas para criar uma descendência de seres híbridos. Esses "deuses" são chamados nas placas de "Anunnaki" que aparentemente traduz-se como "aqueles que do céu desceram." Estes são os gigantes, os nefilim que tanto são mencionados na Bíblia, obviamente no hebraico, não em outras línguas para as quais foi traduzida.

Muitas lendas antigas, como a mitologia grega por exemplo, falam de semi-deuses. O rei de Uruk Gilgamés, aparece nas placas sumerianas como meio homem, meio deus. A raça alienígena descrita nas lendas sumérias teria sido responsável pelo ensino de várias ciências aos homens como: astronomia, astrologia, metalurgia, matemática, geometria, fitoterapia, meteorologia etc. Parece ficção cientifica, mas o fato é que a história contada nestas extraordinárias placas, que até muito se assemelha com aquela relatada no livro do Gênesis, está sendo muito aceita por ufólogos como uma provável confirmação de suas teorias sobre a evolução do homem e a origem de muitos conhecimentos tecnológicos usados pelos nossos antepassados. É por isso que eu acho muito importante que você leia os estudos do Dr. Zecharia Sitchin, o melhor e mais profundo conhecedor da cultura dos sumérios e da escrita cuneiforme acadiana com qual as placas foram escritas.

A DESCOBERTA

No fim do século passado, verificou-se sensacional descoberta na colina de Kuyundjik: gravada em doze placas de argila, encontrou-se uma epopéia heróica de forte poder expressivo; pertenceu à biblioteca do rei assírio Assurbanipal. A lenda está escrita em língua acádica. Mais tarde foi encontrada um outra cópia do conjunto, que retrocede até o rei Hamurábi.

Na primeira placa das 12 encontradas em Kuyundjik, relata-se que o vitorioso herói Gilgamés construiu um muro em volta de Uruk. Lê-se que o deus do céu residia numa casa elevada, que dispunha de silos de cereais e que sobre os muros da cidade havia sentinelas.

É possível constatar que Gilgamés tenha sido uma mistura de deus e homem: dois terços deus e um terço homem. Peregrinos que vinham a Uruk olhavam seu corpo com admiração e receio, porque nunca antes haviam visto algo parecido em beleza e vigor. Outra vez, portanto no início do relato, a idéia de um cruzamento entre deuses e humanos.

A segunda placa informa como foi criado mais um vulto - Enkidu - pela deusa celestial Aruru. Enkidu é descrito com todas as minúcias: era peludo em todo corpo, nada sabia da Terra e da gente, vestia peles, comia ervas do campo e bebia do mesmo manancial em conjunto com os animais. Também brincava nas águas encachoeiradas, com as criaturas que nelas habitam. Gilgamés, rei da cidade de Uruk, ao saber desse ser pouco atraente, sugeriu que se lhe desse uma bela mulher, afim de que se desacostumasse dos animais. O ingênuo Enkidu caiu (se com prazer não se relata), na armadilha do rei e passou seis dias e seis noites com uma beleza semi-divina. Essa iniciativa de alcovitice real dá que pensar: naquele mundo bárbaro, a idéia de um cruzamento entre semi-deus e semi-animal não parecia tão familiar assim.

A terceira placa refere-se a uma nuvem de poeira, vinda de longe, e relata: o céu havia rugido, a Terra tremida, e finalmente o rei do Sol tinha vindo e arrebatado Enkidu, com asas e garras poderosas. Lê-se, com surpresa, que sobre o corpo de Enkidu algo como chumbo tinha pousado, e que o peso de seu corpo lhe parecera como o de um rochedo.

A quinta placa relata que Gilgamés e Enkidu se põem a caminho para juntos visitarem a sede dos deuses. De longe já podiam ver o brilho da torre onde vivia a deusa Irninis. As setas e os dardos que, como viajantes cautelosos, eles atiraram sobre as sentinelas, ricochetearam e quando alcançaram os domínios dos deuses, ouviu-se uma voz: "Voltai! Nenhum mortal chega ao monte sagrado onde moram os deuses. Quem olhar a face dos deuses, deve ser exterminado. Tu não podes ver minha face, pois nenhum ser humano que me vê conserva a vida”. O mesmo que o Deus bíblico disse a Moisés, no livro do Êxodo.

Na sétima placa, finalmente, está o primeiro relato de testemunha ocular de uma viagem cósmica, comunicado por Enkidu: Quatro horas teria ele voado nas garras de bronze de uma águia. E na mesma placa se relata que uma porta falava com um homem vivo, não hesitamos em identificar esse fenômeno singular como o produzido por um alto-falante.

Na oitava placa o mesmo Enkidu, que deve ter visto a Terra de altura considerável, morre de uma doença misteriosa, tão misteriosa, que Gilgamés pergunta se talvez o lento venenoso de um animal celeste não o teria atingido. De onde Gilgamés levantou essa suspeita de que a respiração tóxica de um animal celeste, pudesse induzir um doença letal e incurável?

A nona placa relata como, Gilgamés chora a morte do seu amigo Enkidu e resolve empreender uma longa viagem até aos deuses, porque não consegue mais se livrar da idéia de que poderia morrer da mesma doença, como Enkidu.

Na décima placa diz que Gilgamés chegou até às duas montanhas, que sustentavam o céu e que entre essas montanhas se arqueava a Porta do Sol. Finalmente Gilgamés encontrou o parque dos deuses, atrás do qual se alargava o mar infinito.

A décima primeira placa narra seu encontro com Utnapishtim. Para nosso espanto, recebemos de Utnapishtim um relato exato do dilúvio; conta ele que os deuses o advertiram da grande maré vindoura e lhe deram ordem para construir um barco, onde ele devia recolher mulheres e crianças, seus parentes, e artesão de qualquer ramo de arte. A descrição da tempestade, das trevas, da águas subindo e do desespero dos homens que ele não pode levar, é de um força narrativa ainda hoje cativante. Também aqui - como no relato de Noé na Bíblia - ouvimos a história do corvo e da pomba, que foram soltos, e como, finalmente, quando as águas baixaram, o barco aportou numa montanha. O paralelismo do relato sobre o dilúvio no poema épico de Gilgamés e na Bíblia é indubitável, não discutido por nenhum pesquisador. Se a narração Bíblica do dilúvio é de segunda pessoa, o uso da primeira pessoa do singular no relato de Utnapishtim é indício de que, na epopéia de Gilgamés, estava com a palavra de um sobrevivente, uma testemunha ocular do cataclismo.


Nos meus estudos “Anjos deuses ou Ets” e “História Oculta”, trago um material bastante vasto sobre o tema.

domingo, 19 de abril de 2009

WWF: humanidade vai precisar de 2 planetas em 2030

No ritmo de consumo atual, a humanidade, para satisfazer suas necessidades no início da década de 2030, vai precisar de dois planetas, alerta o Fundo Mundial para a Natureza (WWF).

O consumo de recursos naturais do planeta, já superou em 30% as capacidades do planeta de se regenerar, destaca o WWF no relatório Planeta Vivo 2008.

O informe explica que a pressão da humanidade sobre o planeta dobrou nos últimos 45 anos por dois motivos: crescimento demográfico e aumento do consumo individual.

A super exploração está esgotando os ecossistemas e os desperdícios se acumulam no ar, na terra e na água. Como resultado, o desmatamento, a escassez de água, a redução da biodiversidade e a desordem climática, causadas pela emissão de gases que provocam o efeito estufa, "colocam cada vez mais em risco o bem-estar e o desenvolvimento de todas as nações", informa o WWF.

O "Índice Planeta Vivo", um instrumento criado para medir a evolução da biodiversidade mundial e que envolve 1.686 espécies de vertebrados em todas as regiões do mundo, registrou queda de quase 30% nos últimos 35 anos.

"Em vista da redução deste índice, parece cada vez mais improvável que alcancemos o objetivo, no entanto modesto, a que apontava a Convenção do Rio sobre a diversidade biológica: reduzir a erosão da biodiversidade mundial até 2010", destaca o WWF.

Além da marca ecológica mundial e do Índice Planeta Vivo, o relatório apresenta um terceiro instrumento de medida, "a marca d'água", que avalia a pressão resultante do consumo sobre os recursos hídricos em escala nacional, regional e mundial.
O grande problema é que a água é um recurso distribuído de forma muito desigual em todo o mundo.

Desta maneira, 50 países enfrentam atualmente um 'estresse' hídrico moderado ou grave, segundo o WWF. Além disso, o número de pessoas que sofrem com a falta d'água, seja em todo o ano ou por temporadas, aumentará em conseqüência do aquecimento global, conclui o organismo de defesa da ecologia.

sábado, 17 de janeiro de 2009

ESTAMOS REALMENTE SÓS NO UNIVERSO?



O tempo em que estamos vivendo tem muito de caos, incertezas e medos, principalmente porque uma grande parte dos seres humanos estão confundidos. A história oficial que nos chegou, moldada pelos vícios interpretativos legados pela religião judaico-cristã, a qual se ensina massivamente, não responde a maioria das nossas perguntas, subjacente a isto vemos capengar o modelo industrial desenvolvimentista. Enquanto os líderes mundiais procuram meios, que não serão encontrados sem perdas para muitos, cabe uma reflexão...

Precisamos pelos menos uma vez na vida considerarmos uma via alternativa que não seja aquela que a tradição nos tem ensinado. O que temos aprendido como história é só a pontinha do iceberg, afinal tudo o que foi descoberto pela arqueologia não passa de 1% do que ainda falta descobrir. Qualquer teoria que não considera as lendas mais remotas dos povos, como as contidas nos Vedas indiano, mapas extraordinários como o de Piri Reis e de Orontius Fineaus por exemplo; e calendários antigos e precisos como o dos Maias, não deve ser levada a sério.

Hoje já possuímos uma quantidade enorme de informações que nos faz pensar, como já definiu Giordano Bruno no século XVI, que com certeza não estamos sós no universo, seres de outros planetas e dimensões estão mantendo como sempre, contato conosco. É preciso considerarmos que o universo está cheio das mais variadas formas de vida. Desde tempos muito remotos o nosso planeta tem sido visitado por seres de outras regiões do universo e variadas manipulações genéticas ocorreram para que tivéssemos a diversidade de vida que temos. Sem entrar em detalhes, a verdade é que mais cedo ou mais tarde este fato será comprovado cientifica e academicamente, a teoria do intervencionismo extraterrestre ganha cada vez mais adeptos no mundo científico.

Somos parecidos mas ao mesmo tempo muito diferentes, precisamos de variadas informações pois temos interesses diferenciados, possuímos um nível de percepção da realidade que não é o mesmo de nossos irmãos; por isto os desajustes que aparecem no dia-a-dia do mundo e as diversas vias de satisfação espiritual e intelectual que todos buscam. Claro, nem todos são maduros o bastante para vislumbrarem o que se esconde por trás da nossa ignorância. A complexidade das coisas nos faz pensar na existência de uma Mente Superior causadora de todas as causas, nominá-la de Deus ou outro nome qualquer é apenas uma vã tentativa de descrever o que jamais saberemos.


O QUÊ E QUEM SOMOS

“A terra é uma partícula do universo e os seres humanos, as bactérias que a devoram.”

Em termos universais a nossa casa é uma rocha cheia d’água que gira num cantinho da nossa galáxia, bem longe do movimentado centro. O sol, esse reator nuclear com diâmetro de 1,4 milhões de quilômetros, é só uma entre 300 bilhões de estrelas da Via –láctea. A nossa galáxia vizinha é Andrômeda com mais ou menos um trilhão de sóis.

Além de Andrômeda, há pelo menos outras 125 bilhões de galáxias no universo visível e o que não falta em cada uma delas são planetas. “Deve haver bilhões de trilhões de mundos. Então por que só nós, jogados aqui num canto esquecido do Universo, seriamos os únicos afortunados.”

Segundo o físico de Harvard Paul Horowitz: “Vida inteligente no Universo? Garantido. Na nossa galáxia? Extremamente provável”. Até anteontem não havia prova de que outras estrelas, fora o sol, tivessem mesmo planetas. A astronomia dizia que sim: estudos sobre a formação de estrelas mostram que elas costumam nascer carregando um séquito de pequenos astros. Mas o ponto final da questão só veio em1995, quando astrônomos da Universidade de Genebra detectaram um planeta gigante feito de gás, como júpiter, em volta de uma estrela parecida com o sol, a 51 pegasi.

De lá pra cá a década de 1990 teve uma média de 3 planetas estra-solares descobertos por ano. No ano passado, foram mais 61. Em 2008, só até julho, outros 36. Total 307. E a conta não pára de crescer. A segunda certeza é ainda mais determinante: a de que dois ingredientes fundamentais para a vida, água e moléculas, orgânicas são fáceis de achar no espaço sideral – elas ajudam a formar as nuvens de gás e poeira que dão a luz qualquer estrela e conseqüentemente a qualquer planeta.

Em 2007 o telescópio Hubble detectou pela primeira vez a existência de água num planeta extra-solar, ainda que em forma de vapor. Para existir algo que possamos chamar de ser vivo, precisamos de moléculas que se juntem para formar coisas complexas. As que melhor fazem isso são as moléculas orgânicas, estruturas que têm átomos de carbono como pilares e que, por sinal, formam o seu corpo. Só que moléculas não andam, elas precisam de um solvente, de um meio fluido para se locomover e encontrar umas às outras E a água liquida é o melhor meio que há para isso, não é por acaso que a vida começou nos oceanos.

Isto não quer dizer, no entanto, que a ausência de água seja evidencia de um planeta morto. “A vida como conhecemos é feita de carbono. Mas eu facilmente acreditaria que um ser formado por outro elemento básico, como silício, ou que tivesse a amônia como solvente em vez de água. Tenho certeza que a vida no universo é bastante diversificada,” disse a astrobióloga mexicana Graciela Matrajt, da Universidade de Washington.

NOVAS PERSPECTIVAS

Em fevereiro do ano que vem a NASA lançará a missão Kepler, um telescópio em orbita que se dedicará exclusivamente a buscar planetas na nossa vizinhança galáctica. Eles duas grandes melhoras em relação ao Hubble. Primeiro consegue analisar mais estrelas em detalhes. Enquanto o anterior só pode analisar uma década vez, o Kepler foi projetado para fazer isso em dezenas ao mesmo tempo. Segundo, fará imagens mais nítidas. Suas lentes ganharam filtros especiais para filtrar o brilho das estrelas.

A precisão das imagens é essencial nesta pesquisa, pois cada elemento químico reage de um jeito diferente a luz, é graças a isso que podemos obter mais informações sobre a atmosfera dos planetas sem a presença de uma sonda por perto.

A NASA também planeja o sucessor do Hubble também para a próxima década. Ele será 4 vezes maior e 10 vezes mais preciso. A esperança é que com ele consigamos imagens mais detalhadas de planetas extra-solares.

A Agencia Espacial Européia (ESA) esta preparando três telescópios que trabalharão juntos para encontrar planetas habitáveis, cujo lançamento esta agendado para 2015. .

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

ENQUANTO ISSO NO SANTO SEPULCRO...





Uma grande briga causou tumulto em um dos locais mais sagrados de Jerusalém, a Basílica do Santo Sepulcro, local onde, segundo a tradição cristã, Jesus Cristo foi crucificado e sepultado.

A polícia israelense teve que intervir para separar monges da Igreja Ortodoxa Grega e monges armênios que trocavam socos e atiravam objetos uns nos outros.
Fiéis que estavam na basílica também trocaram chutes e socos. Dois monges de cada lado foram detidos segundo a polícia.

O problema ocorreu quando os monges armênios se preparavam para celebrar o Festival, da Cruz, que ocorre anualmente e comemora a descoberta da cruz que teria sido usada para crucificar Jesus.

Os gregos afirmam que os armênios não reconhecem seus direitos dentro do local sagrado. Já os armênios afirmam que os gregos desrespeitaram uma de suas cerimônias tradicionais.

ENTENDA A CONFUSÃO

O Cristianismo é e sempre foi uma religião dividida. A tal basílica já foi palco de muitas outras brigas, não com a violência desta última, a bem da verdade. Neste tão disputado espaço, cristãos egípcios coptas, etíopes, gregos e armênios ortodoxos, bem como católicos franciscanos se acotovelam há muito tempo. Todos bucam salvação, mas nenhum deles têm razão.

A desconfiança entre estes grupos religiosos cristãos é tão grande, que os responsáveis por abrir e fechar a porta do templo teve que vir de uma outra religião, a islâmica. Éh! Perdoai-lhes porque não sabem o que fazem com o Evangelho nas mãos, ou melhor, sabem sim; só faltaram as luvas de boxe!!!

http://oglobo.globo.com/mundo/mat/2008/11/09/briga_de_monges_gera_caos_na_basilica_do_santo_sepulcro-586325636.asp

FOGO OU GELO: O QUE ESPERA O FUTURO DA TERRA?

Terra pode enfrentar nova Era do Gelo, diz estudo

Por Alister Doyle

OSLO (Reuters) - O planeta pode enfrentar um resfriamento pior que o da Era Glacial dentro de apenas 10 mil anos, o que trará às futuras sociedades um desafio contrário à atual luta contra o aquecimento global, disseram cientistas da Grã-Bretanha e do Canadá na quarta-feira.

Eles disseram que os gases do efeito estufa, vilões do atual aquecimento, podem no futuro evitar que grande parte da América do Norte, da Europa e da Rússia virem uma imensa pedra de gelo.

A previsão se baseia no estudo de minúsculos fósseis marinhos e nas alterações da órbita terrestre, e não deve ser entendida como justificativa para não combater o aquecimento provocado por atividades humanas, especialmente a queima de combustíveis fósseis.

"Mas esta não é  justificativa para dizer: 'Vamos continuar injetando dióxido de carbono na atmosfera', disse por telefone à Reuters o cientista norte-americano Thomas Crowley, da Universidade de Edimburgo, um dos autores do estudo publicado na revista Nature.

Segundo ele, o resfriamento deve começar num prazo de 10 mil a 100 mil anos. "Geologicamente, é amanhã. Mas temos muito tempo para discutir sobre os níveis adequados de gases do efeito estufa."

O eventual congelamento de enormes pedaços do Hemisfério Norte e de todo o mar em volta da Antártida também iria reduzir o nível dos mares, talvez em até 300 metros - deixando Rússia e Alasca ligados por terra, por exemplo.

ASCENSÃO E QUEDA

Na última Era Glacial, o nível do mar encolheu cerca de 130 metros.

Os cientistas disseram que recentes oscilações dos últimos 900 mil anos entre Eras Glaciais e períodos mais aquecidos, como o atual, estão se tornando mais acentuadas. Modelos sugerem que a instabilidade pode prenunciar um novo estado, bem mais frio e estável.

Uma mudança semelhante aconteceu há mais de 34 milhões de anos, quando a Antártida se cobriu de gelo pela primeira vez, segundo os cientistas. Isso pode começar por causa de um ligeiro crescimento das camadas polares, pois o gelo e a neve refletem mais o calor solar na direção do espaço. Isso pode acelerar o resfriamento.

Os seres humanos modernos, segundo Crowley, se desenvolveram há cerca de 150 mil anos,  e já enfrentaram um ambiente tão frio quanto o prenunciado.


Fonte: Reuters

sábado, 8 de novembro de 2008

QUEM MATOU MAIS NA BÍBLIA: DEUS OU O DIABO?

De acôrdo com os relatos da Bíblia, o Deus bíblico é responsável por incontáveis assassinatos por todo o Velho Testamento e se a catástrofe diluviana foi de sua autoria, os números triplicam. O levantamento foi feito pelo blogueiro americano Steve Wells, editor do site Skeptic's Annotated Bible - (Bíblia Comentada do Cético), skepticsannotatedbible.com, que reproduz a Bíblia numa versão on line comentada.

Depois de vasculhar todas as mortes citadas no livro e as subentendidas. Steve publicou estes dados na rede fazendo a surpreendente pergunta acima. 99 % destas mortes estão no Velho Testamento, onde lemos de cidades inteiras arrasadas por aqueles que se diziam agir em nome de Deus (que com certeza não é o Criador do universo). Já o Diabo seria responsável só pelas mortes dos 10 filhos de Jó. Acredite se quiser!!!


Para quem acha que o citado blogueiro é ateu, engana-se: ele é seguidor do mormonismo.

Próximo artigo "A Face Sangrenta da Bíblia"

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